Já imaginou um site de relacionamento onde, no lugar de amigos, você se relaciona com marcas? Essa é a proposta do Drimio, um site brasileiro onde você se conecta com as marcas que você mais admira. Além de ser uma maneira bem interessante dos usuários ficarem atualizados com informações sobre marcas das quais são fãs, é uma enorme oportunidade para essas marcas conhecerem melhor quem são seus consumidores mais entusiasmados. Assim como o Twitter, o Drimio é um canal ágil e importantíssimo para promover esse diálogo entre empresas e pessoas que se interessam profundamente pelos seus produtos.
Se você representa alguma marca, veja como usar o Drimio para estar mais conectado com seus consumidores:
Esse video é dedicado aos meus queridos clientes…
De alguns meses pra cá o Twitter tem sido o assunto do momento. Um dos tópicos mais discutidos é se a mais nova sensação da web é financeiramente viável ou se pelo menos o seu fundador, Evan Williams, vai ganhar algum dinheiro de alguma forma com isso. Enquanto as discussões em torno do Twitter aumentam, o serviço atrai cada vez mais usuários e vai se tornando cada vez mais popular na internet. O mais interessante é que ele acabou se transformando numa excelente maneira de marcas e produtos se comunicarem e conhecerem melhor seu público. É uma forma rápida e muito direta de trocar informação com consumidores, se tornando uma ferramenta de relacionamento altamente eficaz e praticamente indispensável, de um dia para o outro. Várias marcas já perceberam isso, mas muitas outras ainda desconhecem o seu potencial.
Na verdade, tudo se baseia no entendimento de que o consumidor de hoje detém o poder. Em minutos, qualquer pessoa é capaz de se tornar um expert sobre um determinado assunto ou produto. E em segundos, ela transmite essa informação para dezenas ou até milhares de outras pessoas. Uma experiência boa ou ruim divulgada no Twitter instantaneamente atinge seus seguidores, que podem retransmitir a notícia através do Retweet (RT). Automaticamente a mensagem chega ao Facebook e pode ser vista por todos os amigos, e por aí vai. Ficou muito fácil unir um grupo de pessoas com interesses em comum. De um dia para o outro é possível criar um movimento. Só depende da vontade de uma única pessoa.
A regra de mercado já foi comunicar em massa. É claro que tudo depende do produto, mas hoje é mais fácil, eficiente e barato comunicar com as pessoas certas. A palestra do Seth Godin no TED fala sobre isso. É o tema do seu último livro chamado Tribes, que é leitura indispensável para quem trabalha com comunicação.
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Outras empresas estão pegando carona no Twitter, ajudando a organizar seu conteúdo e dando consultoria a marcas, orientando-as a utilizar o serviço da melhor forma. É o caso da Sawhorse Media. Numa entrevista para a AdAge About Digital, o CEO Gregory Galant explica como a sua empresa funciona:
O Twitter permite que as marcas troquem informações com seus clientes, aumentem a transparência, gerenciem uma crise com maior agilidade, comuniquem lançamentos, atributos, conceitos, valores. É um poderoso meio de comunicação quando bem utilizado. A Sawhorse Media lançou recentemente um estudo de como algumas marcas já estão criando um grande impacto em sua estratégia de comunicação através do Twitter.
Abaixo eles disponibilizaram um preview desse estudo, que pode ser comprado aqui.
Shorty Report – Preview http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=13650045&access_key=key-2clkuvy4zczqghpoty82&page=1&version=1&viewMode=
No Twitter, ao contrário dos sites de relacionamento, as pessoas não costumam seguir só amigos, mas pessoas com interesses em comum. Isso está criando uma legião de influenciadores em todo tipo de assunto. Nunca foi tão fácil saber a opinião de uma pessoa admirada ou especialista no assunto de seu interesse. É só clicar no "follow" e pronto. E se encher o saco, "unfolllow". Sem estresse…
Quem quiser me seguir, por exemplo, é só clicar em @flaviomac … Be my guest.
Simplesmente genial a série de ações da T-Mobile da Inglaterra, criadas pela Saatchi & Saatchi UK. Reforçando o conceito do slogan "Life's for Sharing" (ou "vida é para ser compartilhada"), a agência organizou um flash mob numa estação de trem de Liverpool que rapidamente resultou num dos videos mais vistos no YouTube:
O programa "Toma Lá Dá Cá" (TV Globo) da última terça, dia 21, exibiu um Product Placement (ou merchandising, em "português") da maionese Hellmann's de mais de 10 minutos de duração. Na verdade, o produto foi o foco central do episódio, que se chamou "Por Causa da Maionese". É claro que esse assunto foi polêmica instantânea no mercado publicitário e entre simpatizantes de uma boa discussão de bar. A minha opinião? Gostei. Por vários motivos. O primeiro deles é que, apesar da duração, a ação fez parte do roteiro de uma forma harmoniosa com a informalidade do programa. O segundo é que foi a Globo que fez isso (quem diria..). O terceiro é que ficou muito melhor do que aqueles merchans de novela, que corta o clima para o personagem fazer uma transação bancária ou comprar um celular ridiculamente fora do contexto.
Uma coisa é certa: O cliente está rindo à toa:
Final do programa e da ação:
Na verdade, não existe regra para Product Placement bem feito. Depende muito do roteiro e do programa. Existem situações onde a exposição é massiva mas é coerente e outras em que o produto aparece rapidamente mas de uma forma totalmente gratuita, o que, na minha opinião, reverte negativamente para o anunciante. O pior merchan que eu me lembro é um da Citroen naquela novela "Paraíso Tropical", em que o personagem do Fábio Assunção vê o carro exposto num evento e resolve encomendar um ali mesmo. Quando é forçado dessa maneira, o Product Placement é contrangedor para quem assiste.
No dia a dia de nossas vidas, convivemos constantemente com diversas marcas e produtos, mas na hora de inserí-los num programa de TV ou um filme, é preciso ter um bom senso apurado para não "agredir" quem está assistindo.
PP da Audi no filme "Eu, Robô":
Nesse ponto, Hollywood é uma escola. Basta imitá-los. Esse episódio da maionese me lembrou um pouco o filme "Náufrago", com Tom Hanks, estrelando Fedex e Wilson. A exposição das marcas foi massiva, mas muito coerente com o roteiro.
Wilsooonnn!!
Com a impaciência dos mais jovens de ver comerciais, o video sob demanda e os downloads de conteúdos digitais, o Product Placement está ficando cada vez mais valorizado e constante nas produções americanas. Mas é preciso ter cuidado para não virar uma coisa exagerada.
A opinião de David Lynch já é mais radical, mas quero ver se ele continua pensando assim quando o depósito cai na conta dele:
Um exemplo do filme Transformers:
Os brasileiros passam 3 vezes mais tempo por semana conectados à internet do que assistindo televisão. 81% consideram o computador um meio de entretenimento mais importante do que a TV. 47% usam o celular para entretenimento.
O Ibope/NetRating divulgou que o brasileiro quebrou o próprio recorde de tempo de navegação e permanece líder mundial, com mais de 24 horas e 54 minutos mensais por pessoa.
Apesar disso, é impossível não considerar a internet como parte crucial de um novo modelo de negócio para as televisões brasileiras. Cada vez será mais difícil diferenciar a TV do computador e vice-versa.
Entrevista com Jason Kilar, CEO do Hulu:
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Hulu Interview | USA TODAY Talking Tech | Jefferson Graham from Jefferson Graham on Vimeo.
Video explicando como funciona o Boxee:
http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2010794&server=vimeo.com&show_title=0&show_byline=0&show_portrait=0&color=8cc641&fullscreen=1
quick intro to boxee from boxee on Vimeo.
É incrível a quantidade de pessoas que ainda faz uma apresentação ruim. Mas o pior de tudo é não ter consciência disso. O problema é que parece fácil: Escolhe um template, coloca a logo no cantinho, capricha na fonte inusitada, enfeita com cliparts do Corel (ah, isso é pra profissa!), aplica todas as opções de transições que o software permite para mostrar que domina o negócio e, por fim mas não menos sem nexo, escreve tudo o que pretende falar. Faço aqui uma denúncia criminal: Os bullet points são verdadeiros assassinos da atenção!!
A sua platéia não merece passar por isso…
Antigamente talvez as apresentações não fossem tão ruins, pois não existiam os slidewares (softwares de apresentação de slides) para "atrapalhar". Era quadro negro e, mais tarde, retroprojetor, lembra? Ambos serviam de apoio para ajudar o orador a se fazer entender através de estímulos visuais. É claro que também se escrevia texto, mas como não cabia o discurso inteiro, a pessoa era obrigada a falar, e não ler. A questão é justamente essa. O cérebro tem dificuldade em absorver uma informação se você tiver que ler e ouvir ao mesmo tempo. Por outro lado, imagens ajudam na compreensão de um assunto. A apresentação abaixo mostra bem essa diferença.
Mas não podemos botar toda a culpa no famigerado PowerPoint. É verdade que ele induz a utilização de bullets, mas é como os usuários fazem uso dele que importa. Foi por causa essa dificuldade das pessoas conseguirem desenvolver uma apresentação de qualidade, que surgiu no Brasil a SOAP (State of the Art Presentations). Trata-se de uma empresa que ajuda os clientes a desenvolver o roteiro e o visual de suas apresentações, tornando um PPT em algo que literalmente dá gosto de se ver.
O segredo é entender a verdadeira função do slideware: Dar apoio ao que você tem a dizer, ajudando o público a ter melhor compreensão da sua mensagem. Aí tem gente que fala: "Mas se eu tiver que enviar a apresentação por email ninguém vai entender". Nesse caso sugiro fazer duas apresentações. Não dá tanto trabalho assim, pois é só aproveitar e adaptar a primeira que foi feita.
Obviamente, tem aquele cara que precisa dos bullets porque não domina o assunto. Nesse caso não tem jeito. Ter conhecimento completo do que se está apresentando é primordial. Isso não significa que os slides não possam servir de apoio de memória para não esquecer de falar um determinado tópico, mas não tem nada pior do que ver alguém lendo o próprio slide.
Nada como uma palestra do Steve Jobs ou do Al Gore para sentirmos a diferença entre uma utilização primorosa de estímulos visuais e um daqueles PowerPoints que estamos habituados a ver.
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Já existem diversos livros e sites que podem ajudar e muito na preparação de apresentações. Aliás, é bom lembrar que o PPT não está sozinho no mercado. O Keynote, da Apple, dá de mil e ajuda a causar uma ótima impressão (se usado corretamente, claro). Tem também o SlideRocket, que permite você criar uma apresentação online.
Os melhores livros que eu conheço são: PresentationZen (Garr Reynolds), Slide:ology (Nancy Duarte) e The Back of the Napkin (Dan Roam). Tem também um ótimo livro do Seth Godin em PDF, chamado Really Bad PowerPoint, que dá para baixar aqui.
Depois de pronta, é possível compartilhar o resultado através de sites como o SlideShare, espécie de YouTube das apresentações, e até fazer apresentações ao vivo pelo VCASMO ou DimDim.
Essa palestra de David Rose no TED, dando dicas de como se preparar para uma apresentação também é muito interessante:
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No final, o que importa é saber utilizar o slideware para reforçar e marcar uma ideia, produto, ou seja lá o que estiver sendo vendido. Diga não ao bullet point! Sim, você pode!! E quem assiste agradece..
Seja você também um Mr. Presentation:
Um pouco de humor marcante… Ninguém melhor para explicar a crise financeira do que o banqueiro George Parr! (para ver a legenda em português é só habilitar no último botão à direita).
Dizem que Vik Muniz é um dos maiores e mais talentosos artistas plásticos vivos do mundo. Eu junto os falecidos e mantenho essa opinião. A exposição "Vik", que acontece no MAM, no Rio de Janeiro, é bastante completa, sendo possível conhecer obras de toda a carreira do artista. Simplesmente imperdível, principalmente agora que acabou o carnaval, o ano finalmente começou e o MAM prorrogou a exposição, que terminava agora dia 08, até o dia 22.
